quarta-feira, 6 de abril de 2011

O Autismo é mais Normal do que se pensa!!!

Sabendo os sintomas é fácil ajudar
Aqueles que vivem num mundo tão só
Crianças autista livrar do pior
Dar chance pra chance aumentar
E assim procedendo verás ao final
Vencer o trabalho trazendo ao igual
O s antes isolados sem interação
Garante o direito a todo cidadão
Cantando o autismo é mais que normal

Bem cedo as crianças demonstram sinais
Que algo com elas é pouco comum
Do mundo da fala estão de jejum
E nas brincadeiras evitam os pais
Se fecham no seu universo de paz
Isso representa um grande sinal
Que traz garantis de chance real
Pra outros sinais também observar
Sintomas se somam pra diagnosticar
Cantando o autismo é mais que normal

Sinal importante está na visão
Olhar sem destino, perdido no ar
Querendo na vida sentido encontrar
Porém há mais outros a ter atenção
Mexer-se bastante, com repetição
Repete... repete... etc e tal...
Repete de novo e repete ao final
Faz isso também para se alcamar
Se autorregula pra não estressar
Cantando o autismo é mais que normal

As vezes se bate, se fere demais
Parece até que não sente dor
Carece do mundo incentivo e amor
Mas sem falsidade, pois é perspicaz
Sentido seu quase nunca faz
Pra quem se diz ser um alguém racional
Que pensa agir de uma forma ideal
Não sabe entender o que passa na mente
Daquele que tem um jeito diferente
Cantando o autismo é mais que normal

Tem gente que acha que quase não tem
Pessoas com essa questão de saúde
Que fica parada sem atitude
Naascido são quase 1 para 100
Esperam na vida poder ser alguém
Buscar as conquistas de igual pra igual

Lutando num mundo "preconceitual"
Meninas há menos. É 4 pra 1
Autismo é transtorno bastante comum
Cantando o autismo é mais que normal

Agora que sabe identificar
Já pode ajudar o sem informação
Que trata o autista como um sem noção
Para o tratamento providênciar
Acompanhemento e dedicação
Abril, dia 02, é internacional
Conscientização pra tornar tudo igual
Repasse adiante o que aprendeu
Falando pros outros, papel que é seu
Cantando o autismo é mais que normal

Autoria: Tiago, pai de Bruno, Criança com Autismo

terça-feira, 5 de abril de 2011

O certo e o errado na iniciação musical

Orquestra afinada



Cantar muito Varie o repertório. Se você se sentir muito desafinado, recorra aos CDs. Alguns foram feitos para esse fim, como Músicas Folclóricas Brasileiras e Festas na Escola (Ed. G4, 15 reais cada). Outras opções são os livros acompanhados de CD O Tesouro das Cantigas para Crianças (Vol. 1 e 2, Ana Maria Machado, Ed. Nova Fronteira, 35 reais cada) e Cadernos de Atividades (Roseli Lepique e Mônica Lima, Ed. G4, 30 reais).
Brincar de roda É uma forma divertida de fazer a criança cantar, apurar a afinação, a percepção rítmica e melódica. O livro Brincando de Roda (Íris Costa Novaes, Ed. Agir, esgotado) traz uma série de sugestões.

Assistir a filmes Uma sugestão é o vídeo Pedro e o Lobo, da coleção Meus Contos Favoritos (Disney, 26,50 reais). As crianças poderão conhecer o som de diferentes instrumentos da orquestra.

Contar histórias As crianças gostam de ouvir, de contar e de cantar histórias. Use fantoches e proponha dramatizações. Ajuda nessa atividade o CD Mil Pássaros (Palavra Cantada, 22 reais).

Bater bola Bater a bola no chão (como no basquete) desenvolve o senso rítmico e a manutenção do andamento. É um desafio para crianças mais novas. Outra brincadeira tradicional, de bater bola na parede, pegá-la de volta realizando malabarismos enquanto se recita uma parlenda, também estimula muito a construção do controle rítmico.
Adivinhar Guarde em uma caixa objetos com sons diferentes: sininhos, chocalhos, apitos de pássaros, reco-reco, latas, flauta. No primeiro momento, deixe a turma olhar e experimentar. Depois, cubra os olhos das crianças e faça você o som, para que elas tentem descobrir o objeto. É um exercício preparatório para a percepção do timbre.
Pular corda Parece simples: duas crianças giram a corda e outra pula. Mas na atividade as crianças desenvolvem a nada trivial capacidade de prever o tempo rítmico. As crianças que giram a corda, por mais "ensaiadas", variam a velocidade. É como a dinâmica, nada constante, de um quinteto de jazz que interpreta uma canção. Há uma variação normal do movimento. A criança que pula tem de prever o movimento e pular no instante certo, se adaptando ao que vai acontecer e não ao que já aconteceu.
Construir objetos sonoros Encha potinhos de plástico ou latinhas de refrigerante (tenha o cuidado de pintá-los da mesma cor) com diferentes materiais (pedrinhas, botões, milho, arroz) e mostre às crianças as diferenças de sons (graves, médios e agudos). Depois peça a elas para organizá-los do mais grave para o mais agudo e vice-versa. O exercício pode evoluir para o toque do xilofone. O ideal é usar os que podem ser desmontados, para que a criança remonte seguindo as ordens acima.
Escutar o ambiente Convide todos a fechar os olhos e escutar. Depois converse sobre o que ouviram. Sons naturais (canto dos pássaros, latido de cães, vozes, vento, chuva) ou produzidos por máquinas e instrumentos musicais. Vale a pena também passear com as crianças pela escola para que elas observem os sons do cotidiano nos diferentes ambientes, como pátio, cozinha, corredores. Depois as crianças podem fazer mapas registrando suas observações, o que vai estimular a audição.
Tocar flauta doce Muitas secretarias de educação e escolas particulares têm adotado o uso da flauta na educação musical. É um instrumento fácil de ser dominado a partir de 5 anos. Você também pode aprender rapidamente. Um livro bastante usado é o Método de Flauta Doce, com CDs (Editora G4, 30 reais), que traz 22 músicas (com a melodia e apenas com o acompanhamento).
Ih, desafinou!


- É um erro pensar que trabalhando somente a letra da música você está fazendo educação musical. Nesse caso, você apenas está trabalhando poesia.

- É um equívoco trabalhar a música apenas em ocasiões especiais, sem que se faça um planejamento a longo prazo


- Evite usar a música somente para formar hábitos e atitudes - como lavar as mãos, escovar os dentes - ou para ajudar a memorizar números ou letras do alfabeto. Essas canções costumam ser acompanhadas por gestos corporais que são imitados pelas crianças de forma mecânica, sem criatividade.

- Focar as atividades em bandinhas rítmicas ou na confecção de instrumentos de sucata também não é recomendável. Esse material geralmente fica com uma qualidade sonora deficiente e reforça a imitação, deixando pouco espaço para as atividades de criação e percepção.

Fonte: Nova Escola

segunda-feira, 28 de março de 2011

Números

Com números em filipinhos e uma caixa de leite longa vida coberta por filipinho também, podemos trabalhar associação de números e quantidade.

1º Na hora do circulo trabalhe o numeral, apresente sua escrita e a associação da quantidade;
2º Depois coloque no meio do circulo vários tipos de objetos que você poderá solicitar pelo nome, pela forma ou pela cor na quantidade correspondente ao numeral trabalhado;
3º E por fim peça para que a criança coloque na caixa que corresponde ao numeral.

Desta forma a aula se transforma numa gostosa brincadeira!!! Aproveite

domingo, 27 de março de 2011

Pintinho Amarelinho

Este foi o pintinho que confeccionamos com pratos descartáveis, pintamos com guache amarela, fizemos o bico com filipinho e as patas com fita decorativa...

Animais de Filipinho








Uma maneira super divertida de trabalhar animais, cores e letra inicial de cada bixinho com as crianças...
Um envelope de filipinho dobrado ao meio, na cor vermelha por dentro e da cor do animal que você queira construir por dentro, uma leve dobradura no meio da folha para fazer a boca causando movimento ao abrir e fechar o envelope, na parte da freten sugiro que escreva: QUE BICHO SERÁ?, e na parte de trás do envelope a primeira letra que corresponde ao nome do animal...
Faça e veja o quanto este simples recurso irá chamar a atenção de seus alunos!!!

Para Trabalhar Palavras



Essa foi uma estratégia para chamar a atenção das crianças no intuito de trabalhar a escrita de coisas e objetos, além disso primeira e ultima letra das palavras.
O envelope foi feito com cartolina coloset, as figuras retiradas de um livro paradidático e as palavras escritas com hidrocor, esta atividade pode ser feita na hora da rodinha para se inserir um novo assunto a ser explorado ou após a apresentação de uma nova letrinha, é bacana que a professora faça um suspense a cada nova figura a ser retirada, pois isto faz com que as crianças se envolvam na atividade.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Lições que todo professor gostaria que os pais soubessem

Como acalmar várias crianças ao mesmo tempo? E ensiná-los a guardar os brinquedos depois de se divertirem? O que fazer para meu filho gostar de ler? Dúvidas como essas não afligem só aos pais, mas também os educadores. Assim, no dia em que comemoramos o dia dos professores, a CRESCER pediu uma série de “lições” de diferentes escolas sobre como lidar com questões do dia a dia. Confira e inspire-se para aplicar algumas dessas dicas em casa.


Guardar os brinquedos

”Brincar é sempre gostoso! Variedade de brinquedos desenvolve a fantasia, estimula a linguagem e a criatividade, mas na hora de guardar...A criança precisa saber que recolher os brinquedos faz parte e é essa ação que vai garantir que tudo esteja no lugar no dia seguinte. Utilize estratégias lúdicas para esse momento, como o “Sr. Barrigão”: a criança carrega o maior número de brinquedos na camiseta, fazendo um barrigão e leva até o local de guardar.”

Patrícia S. Roselli, professora do 3º ano do Colégio Sidarta

Acalmar várias crianças ao mesmo tempo

“Há momentos em sala de aula que nos vemos tentando dar instruções às crianças mas elas estão tão agitadas que não somos ouvidos. Nessa hora, brincadeiras e músicas são a chave para mantê-los calmos e atentos. Basta começar a cantarolar “Atenção, concentração, ritmo...”, um conhecido jogo cantado em que todos acompanham o ritmo das palmas. As cantigas, que precisam voltar a fazer parte do repertório da infância, desligam da agitação e conectam a momentos mais tranqüilos. Na escola, convidar meninos e meninas para ouvir uma canção ou cantar restabelece a calma e a ordem no ambiente.”

Renata Praxedes, professora da Escola Castanheiras

Fazer atividades em grupo

“Na escola, as atividades geralmente são feitas em grupo. Tanto nos jogos pedagógicos como nas atividades livres e até mesmo na elaboração das rotinas básicas, há pequenas regras a serem seguidas, respeitando as capacidades de cada idade. As crianças aprendem a esperar a vez de participar de uma atividade, observam a maneira do amigo brincar e atuar na brincadeira, aprendem a respeitar o jeito de casa um resolver as questões pendentes. Nos momentos de dificuldades, o professor entra como mediador, auxiliando a solucionar as questões da forma mais democrática possível. Na verdade, tudo isso faz parte do trabalho em equipe. Assim, a melhor forma é pela convivência em grupo e com jogos, atividades coletivas com regras e objetivos em comum e muita conversa.”

Cláudia Razuk, coordenadora do Colégio Itatiaia

Gostar de ler

“Criar um ambiente rico em livros e atividades relacionadas à leitura, adquirir obras atrativas e apropriadas a cada idade, além de investimento em tempo, como sentar junto com a criança, contar histórias e explorar outras tantas possibilidades que o livro oferece. Alguns exemplos: mudar os finais das histórias, inventar novos nomes para os personagens, fazer desenhos sobre o livro, inventar dramatizações e o que mais a criatividade mandar. Passeios a livrarias também são importantes, pois assim a criança pode, também, escolher os títulos que mais a agradam.”

Professora Adelaide da Silva , professora do Maternal II do Colégio Itatiaia

“Ter uma rotina de leitura na hora de dormir aproxima pais e filhos. Contar uma história em capítulos pode deixar expectativas para o outro dia, sobre o que ainda está por vir. Assim, as crianças não vêem a hora de dormir chegar, porque com ela chega o livro, o leitor, o capítulo seguinte e a cada dia, a leitura está mais próxima do desfecho. E saiba que um texto bom para criança também é um texto bom para o adulto.”

Renata Praxedes, professora da Escola Castanheiras

Elogiar na medida certa

”Elogiar e estimular é fundamental. Porém, é importante que os comentários de estímulos sejam reais e sem exageros. Há casos em que uma criança não conseguiu realizar determinada tarefa e, mesmo assim, recebe “super elogios” como se a tarefa tivesse sido feita com êxito. É claro que a criança tem consciência e autocrítica para saber se o que fez ficou bom e correto. O estímulo será importante em um momento de dificuldade, até mesmo como forma de ajudar a criança a melhorar, mas deve ser feito de forma mais real, do tipo: “Você está melhorando um pouquinho a cada dia e estou muito feliz com isso. Vamos ver como conseguir melhorar ainda mais?” Neste momento, o importante é ajudar a criança com suas dificuldades criando meios de levá-la a vencer os desafios, sejam comportamentais, emocionais ou de aprendizagem.

Geisa do Carmo, professora do Maternal I do Colégio Itatiaia
 
Retirado da Resvista Crescer

Os primeiros dias de volta às aulas

Férias escolares! Mas elas acabam e as famílias têm de “entrar nos eixos” novamente... A volta às aulas vem muitas vezes acompanhada de muito “chororô”. E qual a melhor maneira de lidar com esse período de transição? Veja aqui algumas ações básicas para ajudar os pais na reorganização da rotina familiar e escolar.


Em casa, os pais devem...

1) Acordar as crianças mais cedo, para que possam se adequar novamente à rotina escolar. Quando necessário, ser um pouco mais rígido, sim. O importante é readaptá-los às atividades diárias, pois a criança precisa ter certeza de que suas férias acabaram.

2) Conversar bastante com a criança, procurando mostrar o quanto é bacana voltar às aulas. Falar, por exemplo, sobre as novidades que estão sendo produzidas na escola, o reencontro com os colegas e todos os pontos que a criança mais gosta.

3) Verificar se o material escolar está em ordem e ver se há algum tipo de tarefa para o retorno. Fazer isso junto com os filhos enquanto relembra as coisas legais que eles produziram ao longo do semestre anterior para que eles entrem no clima de volta às aulas.

4) De segunda à sexta, preferir comidas mais saudáveis. Já nos finais de semana, deixá-los mais à vontade em suas escolhas. “A alimentação deve acompanhar a rotina da criança”, diz Gabriele Berton Cunha Bueno, especialista em nutrição clínica infantil.
5) Permitir que as crianças menores (até 8 anos) tirem uma soneca depois do período escolar. Porque as atividades propostas em sala de aula são realmente cansativas, e é mais do que natural que o relógio biológico deles ainda não esteja regularizado.

6) “Valorizar o convívio familiar! Estar por perto, dar atenção aos filhos e mostrar que se importam com eles”, diz Carmen Alcântara, psicóloga clínica.

7) Manter a rotina de mudanças estabelecida em julho. Processos não devem ser interrompidos. Se durante as férias, a criança estava deixando a chupeta ou as fraldas, ela deve continuar com o processo naturalmente.

8) Informar à escola sobre possíveis mudanças que ocorreram nas férias na vida das crianças, como uma doença, separação, desemprego ou até a chegada de um irmãozinho. Isso poderá interferir no comportamento e no rendimento da criança na escola.

9) Fazer um balanço do ano anterior. Seu filho (e você) deu conta de fazer natação, judô, inglês e ainda as lições de casa? As notas foram mais baixas que o comum e ele se mostrou cansado? É hora de rever a rotina da família para que o próximo ano seja proveitoso e que se mantenha tempo livre para brincar.

10) Se a criança fizer birra, seja firme, mas carinhoso. Somente em casos extremos, permita no máximo que ele falte ao primeiro dia de aula. O importante é explicar que é natural sentir preguiça - porém, sem deixar de motivá-la - e expor os ganhos que ela teria se estivesse com os colegas nos primeiros dias de aula.

Na escola, os professores devem...

1) Criar atividades agradáveis e prazerosas - algo que possa ter continuidade em casa, junto dos pais.

2) Pré-estabelecer atividades para o dia seguinte. Isso transmite a idéia de “continuidade” e, deste modo, as crianças ficam estimuladas a voltar para a sala de aula.

3) Pedir para os alunos trazerem um jogo ou uma foto daquilo que fizeram nas férias, assim, sentirão vontade de contar as novidades para os colegas.

4) Preferir alimentos que tenham mais aceitação entre eles. “Como, por exemplo, um pãozinho francês com queijo, que costuma agradar a todos os paladares”, diz a nutricionista Gabriele Berton Cunha Bueno.
5) “Voltar à dinâmica das aulas aos poucos, para dar a sensação de segurança à criança”, explica Paula Bacchi, psicopedagoga e orientadora do Infantil e Jardim do Colégio Santa Maria.

Organização é tudo!

É hora de deixar tudo pronto para o início do ano letivo. Aproveite para arrumar o material com seu filho e divirtam-se:

- Peça ajuda para ele na arrumação do quarto e pergunte onde é melhor colocar cada coisa. Seu filho vai se sentir importante e vocês farão um ótimo trabalho juntos!

- Para facilitar o acesso a cada coisa, separe-as por grupos. Os livros podem ficar em pé, deixando a lombada com o título visível, os cadernos empilhados, e os materiais, como lápis de cor, canetas e giz de cera, em caixas diferentes.

- É importante ter um lugar no quarto reservado apenas para o material de estudos; assim ele não se mistura com os brinquedos.

Fonte: Juliana Faria, personal organizer e proprietária da Organize.Yru

Retirado da Revista Crescer

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